quarta-feira, outubro 25, 2006

Viver


Sentir, viver

Aceitar cada momento

Cabeça erguida,

Dia após dia,

Coicidências que se revelam

Sobre os factos da vida

Aceito,

Quando tudo é real,

Perante uma luta

De igual para igual

Tenho dentro de mim

Uma alma destemida

Que luta perante o oculto,

Sente,

Até um dia se dar por vencida...

SE PUDESSE...


SE PUDESSE SER A MULHER DOS TEUS SONHOS

PARA TE AMAR E ACARÍCIAR E AMAR

SER UMA GOTA DE ORVALHO

PARA REFRESCAR O TEU CORPO.

SER A TUA ALMA

PARA A JUNTAR COM A MINHA.

SER A VOZ DO VENTO

PARA ESCUTARES O QUE SINTO

CÁ DENTRO.

SER A AREIA FINA DO MAR

PARA ME COLAR A TEU CORPO.

SER O QUE TU ÉS...E VER O QUE TU VÊS

PARA AMAR O QUE TU AMAS.

SER A LUZ DA LUA

PARA TE ILUMINAR A CADA MINUTO

DA NOITE...

SER O SILÊNCIO PERPÉTUO.

PARA SABERES QUE EM SILÊNCIO EU,

PENSO EM TI.

SER A GOVERNADORA DOS TEUS OLHOS,

PARA OS ABRIRES SOMENTE PARA MIM.

SER O MAIS APETITOSO E DOCE FRUTO,

PARA QUE O MEU VENENO SE MISTURE

COM O TEU SANGUE.

SER AQUELA QUE DESEJAS,

PARA TE AMAR COM TODO O MEU

SENTIMENTO DE MULHER.

SER A SETA DO AMOR,

PARA TE ATINGIR PROFUNDAMENTE.

SER O MAIS SUAVE PERFUME

PARA TE ENVOLVER E DAR PRAZER

SER O AR QUE PRESPIRAS,

SER ISTO E TUDO MAIS QUE PUDESSE

SER...

PORQUE AMAR-TE NUNCA É DEMAIS!!

Abraça-me


Abraça-me

Abraça-me a mim

Tenho frio, esquenta-me.

Vem, junta-te a mim

Embriaga-me,

Com esse teu doce calor.

Tiram-me desta dor

Ajuda-me a levantar

Ensina-me a sonhar

Seca as minhas lágrimas

Mostra-me o caminho

Abraça-me forte

Leva-me contigo

Não me abandones aqui caída,

Não mereço este castigo.

Fecha-me os olhos devagarinho.

Beija-me com carinho

E murmura-me baixinho

Promete-me que me levas contigo

Faz parte do meu sonho

Leve como penas sopradas pelo vento.

Quando ao acordar

Não importa quando, nem o lugar

Ao teu lado quero despertar.

Abraça-me

Ajuda-me, deixa-me ao menos dar-te, o meu melhor

Não me abandones agora que te encontrei....

Pois já fazes parte de mim...



Abraça-me

terça-feira, outubro 24, 2006


Como sabes, estou sozinha. Estou sozinha e a noite está cheia de sonhos e sugestões. Ao longe alguém entoa uma velha canção. A lua parece imóvel no céu, como que escutando. As estrelas viajam, ignorando a terra adormecida. O mundo todo está a dormir, e só eu estou acordada, perdida em recordações.
Estou sozinha, mas penso em ti. Sinto saudades e um alucinado desejo. Fecho os olhos para ver melhor o que minha mente desenha, o que minha alma sente. e vejo-te, lindo, a aproximares-te de mim. Tens uma beleza suave no sorriso, o corpo macio.
Estou sozinha, meu querido, perguntando se este sentimento não vai terminar nunca. Espero que tu penses em mim, como eu penso em ti, nas coisas boas que “passamos”, na vivências e conhecimento mútuos que fazemos. Será que viveremos novamente a experiência? Será que nos entregaremos de novo, livres e sensuais, sem medo de preconceitos ou comentários? Eu sei que algo sentimos, que nos adoramos, e que passaríamos noites sem fim “entrelaçados”. Mas há o medo. Medo do futuro. E recua-se.
Abafamos a fúria dos contactos , dos beijos e do delírio supremo.
Fugimos de cada momento tão precioso. Enquanto penso, querido, mais e mais estou sozinha. Mais e mais estou solitária, com saudades...(mas trago-te tão perto de mim).

That is my one true wish


My heart was once full of pain, full of sorrow my words can't even explain.
Like an angel I came to find that the love I needed was there all the time.
We talked and waved and that was all, I never thought much when I seen you in the hall.
As time went on and we became friends I felt my love for you start to begin.
How do I tell you? How do I put this feeling into words? The only thing I can say is all I want is you. That is my one true wish is that someday I will have you, for me to hold and to kiss. That feeling in my heart, yes that is my one true wish. You ask me what this feeling is. This feeling is my heart telling me that I love you. But how can I tell you this after all my heart has been through.

Sonho


Por ti fui poeta numa noite entre os

teus braços

Contigo a noite tornou-se fogo entre

nossas pernas

E gemidos de amor pelo teu

corpo.

Amei amor

a tua vida inteira

Os meus braços rodeavam-te

cada pedaço de ti

As minhas mãos desenhavam o teu

peito...

E a minha boca semeava pela tua cara

brasas que os meus beijos te

deixavam,

como água que se filtra na Terra.

A prova do nosso amor fundiu-se em

nossas almas,

e como faíscas que saem do fogo,

cobri-te inteiro com os meus beijos

com o meu olhar deixei-te nu.

Levei assim o segredo da tua alma...

do teu ser...


No teu corpo


Na tua boca silvestre amora

meu rebelde e inquietante desejo,

onde ás vezes meu amor se demora

e por onde me defino e revejo...


No teu olhar terno e hesitante

que abraço uma certa certaza certa,

do ser o Sol no teu corpo bastante

e a concha da tua mão aberta.


È no teu peito, meu calor aconchegante

que espreguiço a esperança do que sou

sugando mel deste amor

a que gemendo e cantando me dou


É no teu corpo, que cavalgo o amor

galopando esta paixao que consiste

em sermos um, sendo dois e supôr

que a saudade meu amor ...não existe.

Tu és....


Tu és...esfera da vida

Tu és...a luz do Cristo-Rei

Tu és...a beleza, o movimento

Tu és...o ar, a vida que sonhei

Tu és...a minha constelação

Tu és...a minha estrela polar

Tu és...o meu horizonte

Tu és...aquele monte que quero alcançar

Tu és...uma estrela a brilhar

Tu és...luz que desperta, o meu Sol

Tu és...o meu farol!


E eu...não sei quem sou...

Serei barco sem rumo?

Carta


Queria escrever-te uma carta.

Com letras que retratem o meu rosto

As palavras o meu corpo

Este corpo magoado

Pelo sopro da brisa.

Queria que as frases fossem a minha alma

Esvoaçando...

Queria que esta carta

Chegasse a ti,

Levada pelo vento

E pela corrente

Que turbilhando

Acompanha o mar

Queria ainda que esta carta viajasse

Na penumbra das almas

E na espuma das ondas

E não deixarei de escrever esta carta

Que quero

Que as tuas mágoas

E a nossa solidão...

Apenas por querer escrever-te...!

Ansiedade


Páro e oiço

É a voz do lamento

É a voz do desencanto

São mágoas profundas

Olhares tristes

Vagueantes...

Gente em fuga

Ansiedade

E páro ;é o incerto!


Olho e vejo

Um vazio

O presente

Transformando-se em rio

O novo envelhecendo-se

O decrépito

Caminhando

Para o vazio....


Escuto e sinto

Vozes

Canções da noite

Vivos ; gritos

Lamentos

Passos de almas

É o sinsólito


Páro e oiço

Vejo

E sinto!